segunda-feira, 25 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Lava Pés
Para os praticantes ou não, o simbolismo dessa data vai além dos ritos dominicais, por se tratar de um ato feito pelo próprio Cristo, cercado de lições explícitas de serviço ao próximo, mas sobretudo de lições implícitas que nos levam ao céu se as percebermos.
Naquele dia, Jesus escolhe uma casa para cear com seus discípulos. Sim, Ele escolhe uma casa, não vai a qualquer uma. Ele já tinha tudo preparado. E por isso já, minuciosamente, prepara o desfecho de sua missão terrena. Começava ali, em uma pequena casa, sua Paixão. Perceba que repeti várias vezes (de propósito) a palavra casa. Sua Paixão começa com um encontro em um lar. Nada melhor para nos demonstrar o que uma casa, uma família representava para Ele.
Como bom Judeu que era, respeitava com devoção os preceitos e costumes do seu povo e de sua crença. Por isso escolhe o fim da quaresma judaica para começar seu novo plano de amor. Dizem por aí, e não são as escrituras, que a casa que Jesus escolhera para cear com os seus, era a casa dos pais de um menino chamado João Marcos, e que seria depois, este mesmo jovem a seguir Paulo em suas missões, e posteriormente, teria sido reconhecido como sendo o mesmo Marcos que escrevera um dos evangelhos. Se não tiver para nós uma certeza histórica, fica então apenas a linda coincidência.
Depois deste momento, o da escolha da casa, Jesus começa seu plano. Sobe com os discípulos que, ao chegarem, um a um, se deparam com um enorme constrangimento. Diz a tradição, que um convidado para a ceia deveria estar devidamente purificado para dela participar. Esta purificação se dava pelo ato de lavar mãos e pés. Repito, não tinha tão somente o sentido de limpar, e sim o de purificar. Só havia um problema. Este serviço só podia ser realizado pelos escravos da casa onde a ceia se realizava, pois estes sim, por causa da camada social que participavam, podiam purificar quem da ceia fosse participar.
Como lavar os pés usando as próprias mãos? Ficariam elas impuras.
Neste momento Jesus os surpreende pela primeira vez. Dispensa os escravos e toma a toalha e a bacia com água e se põe a fazer o que só um escravo podia fazer: Lavar os pés dos convidados para que eles estivessem aptos para a ceia. Eu imagino a cena. Apóstolos pelos cantos perguntando uns ao outros: Onde estão os escravos? Se não nos lavarem não poderemos cear? E Jesus, o que o Mestre quer com isso?
Jesus quebrava regras, e esta foi muito importante. Jesus pôs-se a lavar os pés dos seus discípulos não só porque queria que eles comecem, mas na verdade para dizer-lhes que somente sendo servos uns dos outros estariam realmente prontos para o banquete. E que banquete? Esta é a melhor parte.
Como de costume, neste tempo judaico, para comemorar o início do tempo da colheita, se matava um novilho gordo ou um cordeiro e o servia como sacrifício em memória dos quarenta dias do povo no deserto. Jesus então faz outra surpresa. Serve pão, frutas do local, sementes e vinho. Não havia cordeiro. E porque? Porque Ele era o cordeiro a ser imolado. Ao partir o pão e proferir as palavras que bem conhecemos, imola sua própria carne e a entrega. Seu sangue Santo se derrama e é dado aos discípulos como sinal de uma nova aliança. Ele é o Cordeiro de Deus.
A mensagem que tiramos deste dia é transformadora. Além de Cristo nos mostrar que é servindo que entramos no reino, nos mostra que todo ato de humilhação que tivermos para com o outro, será um lava pés. E se não tivermos medo ou vergonha de seguir estes passos, estaremos fazendo mais do que um servir, estaremos preparando o irmão para o encontro com o Cordeiro. Toda vez que lavamos os pés, uns dos outros com atos de submissão, humildade, bondade e perdão, na verdade damos a chance sublime e única de que aquela pessoa que julgamos nunca estar pronta para ter um encontro com Cristo, possa, só porque fizemos a nossa parte, estar sentado, pronto e purificado, para cear na presença do Cordeiro Santo de Deus. Que o nosso Senhor Jesus nos encoraja nesta missão.
E aí já separou sua bacia e a toalha? Então, mãos a obra!Quero dizer: aos pés!
Fonte: Márcio Pachecosegunda-feira, 11 de julho de 2011
Reflexão - Mt 10, 34 - 11,1
O seguimento de Jesus tem uma série de implicações e não permite meio termo, pois exige radicalidade. Ou seguimos Jesus ou não seguimos, não existe seguimento até certo ponto ou de acordo com as minhas condições, o seguimento é incondicional. Para que isso seja possível, Jesus deve ser o valor absoluto de nossas vidas, devemos ser seduzidos por ele de modo que tudo façamos para estar com ele e realizar a sua vontade, a fim de que tenhamos coragem de, com ele, assumir a nossa cruz do dia a dia e segui-lo até onde for necessário. Somente quem tem um verdadeiro amor por Jesus e pelo Reino de Deus é capaz de viver de tal maneira.segunda-feira, 4 de julho de 2011
A promessa do Rei

Um discípulo queixava-se com o seu mestre: - Por que muitos que se dizem tão sabidos não estão dando mais nenhuma confiança à religião?
Como resposta, o homem de Deus contou-lhe esta história: - Certa vez havia um rei que fez a solene promessa de nunca se manchar de sangue por nenhuma razão. Aconteceu que um homem, ao soldo de um rei inimigo, atentou contra a vida dele. Não conseguiu e foi pego na hora. O rei não mandou matá-lo, mas o enviou de volta para o mandante dele com esta mensagem: ”O seu sicário foi pego antes de consumar o meu assassinado. Mas eu o perdoei e lho envio de volta com um pouco de inveja. Com efeito, o senhor tem um servidor corajoso e leal“. No entanto, quando o preso foi entregue ao seu rei, este o mandou degolar imediatamente: não porque havia fracassado na missão, mas por suspeitar que ele havia sido libertado, por sua vez, com um plano para matá-lo. Aquele rei não podia absolutamente acreditar que fosse possível perdoar e colocar em liberdade um homem culpado de ter tentado homicídio, se não por algum obscuro desenho. Assim, muitos que se dizem tão sabidos neste mundo, não conseguem acreditar que por atrás do ensinamento religioso não tenha alguma coisa que os possa prejudicar. Preferem degolá-lo logo!
Com essa reflexão não quero contradizer os que afirmam estarmos vivendo um momento espetacular com as religiões. Deus está em alta. Nunca tivemos tantos templos nas nossas praças, ruas e avenidas. Templos de todo tipo, tamanho e cores, mais ou menos barulhentos. Nunca tivemos tantos pregadores gritando e invocando o nome de Deus e de Jesus. Nunca tantos canais de televisão apresentaram igual quantidade de milagres e falações. Painéis, cartazes, panfletos e músicas religiosas são incontáveis. Deveríamos já estar muito perto do céu, ou, ao menos, todos no caminho certo. Parece que não é bem assim. Notícias de violências, injustiças, desvios de dinheiro público, falcatruas e fraudes enchem jornais e noticiários.
O que está faltando? Claro que não posso responder a uma pergunta tão intrigante em poucas linhas. Simplesmente convido a todos a refletir sobre religião e religiões. Duas palavras, hoje, ajudam-nos a entender o que está acontecendo: relativismo e sincretismo. Relativismo significa que tudo é considerado como tendo o mesmo valor. Com isso, muitos acabam pensando que uma religião vale a outra, não se preocupam de conferir. Basta que fale, mais ou menos, de Deus, seja gratificante e interfira o menos possível na vida particular e social das pessoas. Desse jeito, o primeiro resultado é a incerteza em definir a própria fé. Este Deus perde a identidade, vira um “João Ninguém” ao qual se pode atribuir tudo e qualquer coisa.
Por sua vez, sincretismo significa, para simplificar, a mistura de tudo um pouco. É a “gororoba das crenças”, sem gosto e sem graça. Cada um pega o que mais e somente lhe agrada. O resultado, infelizmente, é de novo o mesmo: um Deus “arlequim”, sem um rosto e um jeito claro e definido. Assim “Deus” pode ser manipulado ao gosto do freguês, não incomoda e nem atrapalha a vida de ninguém. No final, porém, não serve mais para nada. Este Deus não ensina nada de novo e nem motiva a vida de ninguém, porque tudo o que cheira compromisso, participação, comunidade, conversão, fidelidade, instituição é cortado logo. Em nome de uma mal entendida liberdade cada um faz o que quer e acredita no que acha melhor ou mais vantajoso para si.
Na festa de São Pedro e de São Paulo podemos parar para pensar se conhecemos e estamos acreditando no mesmo Deus deles, no mesmo Jesus Cristo que eles pregaram e por causa do qual entregaram as suas vidas no martírio “um pela cruz e o outro pela espada”. São Pedro, a pedra, representa a firmeza e a solidez da fé. Temos uma história antes de nós, uma tradição; não podemos improvisar doutrinas e crenças. São Paulo, evangelizador e missionário, sempre será o modelo de anunciador de Jesus Cristo, morto na cruz e ressuscitado. É a este Senhor que devemos seguir, sem enfeites e edulcorantes.
Em tempos de tantas vozes e de tantas mensagens, religiosas e não, devemos buscar a palavra certa. Em época de incertezas, precisamos encontrar o caminho seguro. A não ser que também nós tenhamos perdido a confiança e vivamos com a suspeita de sermos sempre enganados. Onde tem desconfiança desaparece a fé. Para os cristãos devia ser o contrário.
Por: Dom Pedro José Conti - Bispo de Macapá - AP
terça-feira, 28 de junho de 2011
O Chamado de Paulo
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Mais que casamenteiro, Santo Antônio é exemplo de coerência
Nascido em 15 de agosto de 1195, em Lisboa, Portugal, ele recebeu no batismo o nome de Fernando. Era o único herdeiro de Martinho, nobre pertencente ao clã dos Bulhões e Taveira de Azevedo.
Fernando teve uma vida farta e estudou nos melhores escolas. Mas depois ingressar na vida religiosa na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, o jovem sacerdote pede para ser transferido para Coimbra a fim de ficar longe do assédio da família que não aceitava sua escolha pela pobreza.
Nos estudos de filosofia e teologia, ele não encontrou dificuldade, pois tinha uma inteligência e uma memória formidável, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade.
Em Portugal, conheceu conheceu a família dos Franciscanos e se encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, além da vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças. E é na ordem dos franciscanos que Fernando adota o nome de Antônio.
“Lá ele passa a fazer trabalhos braçais e viver uma vida bem diferente daquela que ele vivia. Lá ele também conhece a graça da contemplação e conhece o próprio Francisco de Assis”, conta padre Lilson.
Certa vez, o supervisor pede para ele fazer o sermão do dia de improviso e todos ficaram surpresos com sua facilidade e sabedora para anunciar o Evangelho.
Amor aos pobres
Padre Lilson conta que num certo dia, Santo Antônio tomou todos os pães do convento e distribuiu aos pobres. O padeiro do convento ficou desesperado pois não tinha o que servir aos franciscanos, mas Antônio pediu para que ele verificasse na dispensa e ali aconteceu o milagre da multiplicação.
Fernando teve uma vida farta e estudou nos melhores escolas. Mas depois ingressar na vida religiosa na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, o jovem sacerdote pede para ser transferido para Coimbra a fim de ficar longe do assédio da família que não aceitava sua escolha pela pobreza.
Nos estudos de filosofia e teologia, ele não encontrou dificuldade, pois tinha uma inteligência e uma memória formidável, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade.
Em Portugal, conheceu conheceu a família dos Franciscanos e se encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, além da vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças. E é na ordem dos franciscanos que Fernando adota o nome de Antônio.
“Lá ele passa a fazer trabalhos braçais e viver uma vida bem diferente daquela que ele vivia. Lá ele também conhece a graça da contemplação e conhece o próprio Francisco de Assis”, conta padre Lilson.
Certa vez, o supervisor pede para ele fazer o sermão do dia de improviso e todos ficaram surpresos com sua facilidade e sabedora para anunciar o Evangelho.
Amor aos pobres
Padre Lilson conta que num certo dia, Santo Antônio tomou todos os pães do convento e distribuiu aos pobres. O padeiro do convento ficou desesperado pois não tinha o que servir aos franciscanos, mas Antônio pediu para que ele verificasse na dispensa e ali aconteceu o milagre da multiplicação.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Reflexão - Jo 17, 1-11a
Antes de partir para junto do Pai, Jesus reza por todos nós e o Evangelho de São João registra essa oração que ficou conhecida como Oração Sacerdotal de Jesus. Jesus inicia esta oração rezando por si mesmo, uma vez que ele sabe que a paixão está chegando e que deve estar preparado para sofrer. Em seguida, Jesus diz ao Pai que cumpriu a missão que lhe foi confiada,de modo que o Nome de Deus foi manifestado aos homens sendo que sua mensagem foi acolhida e muitos reconheceram-no como o enviado do Pai para, em seguida, rezar por todos os que creram em suas palavras.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
História da Igreja
"Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo [...] Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte é um dos seus membros."
ICor 12, 12.27
Somos o Corpo de Cristo. E é esse o verdadeiro significado da Igreja.
Cada um de nós - desde aquela pessoa que vem à missa aos domingos, crismandos, diaconos e sarcedotes - construimos um só corpo e um só espirito alimentado pelo poder do Espirito Santo. E se nós somos o corpo da Igreja, o Espirito Santo é sua alma. Temos a responsabilidade de manter todos os membros deste corpo em total comunhão para que tal se forteleça e cresça cada dia mais.
Ao contrário do mundo, que nos prega um falsa verdade de que só seremos felizes se vivermos nosso egoísmo e nossa individualidade, a Igreja deve viver a fraternidade diária.
Somos chamados à evangelizar a Boa Nova pregada por Jesus Cristo, por isso cada membro desse corpo chamado Igreja se faz necessário.
Existe um mundo cheio de ideias contrárias ao que ensina as leis de Deus. Um trabalho duro e dificil que só pode ter resultados se todos os membros trabalharem juntos.
Cl 1, 18
"Ele é a cabeça do corpo da Igreja. Ele é o Princípio, o primogênito dentre os mortos e por isso tem o primeiro lugar em todas as coisas."
A Igreja é um dom divino deixado à nós como promessa da Nova Aliança.
O cordeiro pascal assim como o cálice da Antiga Aliança, se faz agora presente no simbolo do sacrificio de Jesus: a Eucaristia.
O Cordeiro de Deus vem nos saciar do mais verdadeiro e essencial alimento.
Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos. (Mt 28, 20b)
Autor: Marina Cardoso (Catequista de Crisma - Prq. São Francisco - Natal/RN)
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Reflexão - Jo 15, 12-17
Jesus não quer que nós sejamos seus servos, mas seus amigos. O servo trabalha em função do seu salário e não tem nenhum compromisso com o seu senhor além do vínculo do trabalho. O amigo é comprometido com o outro, acredita nos seus valores e luta com ele na conquista de um ideal comum. Assim, quando Jesus nos chama de amigos, ele quer dizer que está compromissado conosco na construção do ideal do Reino de Deus e quer que todos nós também sejamos seus amigos, comprometidos com ele na construção da civilização do amor.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Os 10 Mandamentos do Evangelizador
1. Tem capacidade de escuta e diálogo: sabe adaptar-se às outras culturas, descobrindo seus valores e sem sentir-se superior a ninguém. Tem convicções profundas, mas não se considera o único possuidor da verdade.
2. É Alguém que acolhe: considera a pessoa como centro de tudo, valoriza a hospitalidade e a acolhida aos pobres. Gosta da presença do povo e de estar rodeado por ele.
3. Solidariza-se: interessa-se pelos problemas do seu povo, sem cair em atitudes paternalistas. Possui uma forte sensibilidade humana e social, unida a um destacado sentido de justiça e de verdade.
4. Persiste: não desanima nos momentos de dificuldade. Está sempre disponível e presente quando precisam dele, sabendo que sua missão não tem horário.
5. Assume a espera: acredita que a paciência é uma das virtudes dos missionários. Caminha com o povo e coloca-se no ritmo da história. Tem paciência consigo mesmo para começar um novo dia.
6. Crê no Deus da Vida: sua força é baseada na fé e no amor profundo que tem para com Deus e seus irmãos de caminhada. Da fé nasce a sua paixão pelo anúncio do Evangelho de Jesus.
7. Ama sem condições: encontra cristo nos pobres, nos que sofrem e morrem. Vai percorrendo os caminhos do evangelho, amando como Jesus amou.
8. Ora sem desanimar: alimenta a fé todo dia. Na oração e na escuta da Palavra de Deus, o evangelizador aprende a construir o Reino, com perseverança e coragem.
9. Assume a cruz: a cruz faz parte de sua Missão. A consistência e a paciência são frutos de uma cruz aceita com alegria.
10. É coerente: sabe que a credibilidade do evangelizador apóia-se no testemunho de vida.
Reflexão - Jo 15, 1-8
O verdadeiro evangelizador tem plena consciência de que ele não atua por suas próprias forças. Também sabe que a missão à qual participa não é uma missão sua ou mesmo humana. Jesus é o grande missionário do Pai e todos nós participamos da tríplice missão de Jesus pela graça do Batismo. Por isso, só podemos produzir frutos para o Reino de Deus, frutos que permanecem para a vida eterna, se estamos unidos a Jesus para participar da sua obra. Se nos separamos de Jesus, deixamos de realizar a obra do Reino para realizar a nossa própria obra, e o resultado disso é o fracasso de todos os nossos esforços.
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